segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sustentáculo do engodo dizimista (Ml 3:10)



Alguém já parou para meditar realmente o que diz o contexto deste famoso versículo de Malaquias... usado em especial, pelos evangélicos e/ou por religiosos???

Qual evangélico já parou para buscar entendimento e conhecimento da vida deste profeta de Deus, aliás, não importa quem seja ou foi Malaquias, o que importa é o que vocês, evangélicos, querem receber por dar “dízimos”, não é??

São algumas perguntas que, aos evangélicos (ou aqueles que buscam prosperidade) parecem não ter importância, mas, em fundamental, perante as Sagradas Escrituras, permitem que, aos que buscam a Deus em espírito e em verdade, não se confundem com os demais, que se dizem, mas que são frequentadores de templos religiosos e barganhadores...

Malaquias é o tom de ironia evangélico, comparando com a situação atual, encontramos pastores (ou aqueles que desfilam títulos) tosquiando as ovelhas,e, também arrancam o “couro”, menosprezam, pensam que eles, são “donos” do rebanho!!!

Infelizmente, muitos crêem na tolice de entregar “dízimos” em qualquer lugar que chamam de "igreja", que seria o correspondente moderno da "Casa do Tesouro"?? Eita ignorância bíblica!!

A Igreja somos nós, e não é necessário dinheiro para nos manter, precisamos sim, é de Cristo para existir!!

Quanto a Malaquias 3.10, é necessário que os financiadores entendam:

- A tal “Casa do tesouro” não era o templo, era um depósito onde se guardavam provisões (provisões não é dinheiro) para os órfãos , viúvas e estrangeiros, e levitas que estivessem de serviço, em turnos;

- Deus nos levantou para repreender aos sacerdotes... “como nos tempos de hoje”, os sacerdotes (ou pastores, bispos e blá, blá, blá) estão retendo os dízimos e não os repassam aos pobres e necessitados...

... aliás, como os sacerdotes do tempo de Malaquias estavam roubando os “dízimos”, os levitas tinham que voltar para suas casas, pois, não tinham como sobreviver; em nosso tempo presente, os “pastores!” estão roubando tudo e falando mentiras ao povo!!!

Por fim, conclui-se pela Palavra de Deus que os sacerdotes (em Malaquias 3.10) é que estavam roubando a Deus, e os "sacerdotes"(pastores, bispos, apóstolos) modernos transferem esse peso para o povo sob risco de maldição.

Portanto, não seja o tolo da vez, feche a mão para Malaquias 3.10!!!!

Se você acha que estou errado, então releia o contexto de Malaquias 3, ore a Deus buscando entendimento (como fez Daniel), e após, pregue a Verdade que liberta!!!

Deus os abençoe e aos seus ricamente.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

fonte: http://adoradoresemcasas.blogspot.com/2011/01/malaquias-310-sustentaculo-do-engodo-ou.html

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Controvérsias da vida...

Diga-lhes para fazerem algo grandioso; para mortificarem seus corpos; para fazerem uma peregrinação; para darem todos os seus bens aos pobres e assim merecer a salvação; e eles tentarão fazer exatamente conforme foram ordenados.
Diga-lhes para abandonarem toda idéia de méritos, obras e feitos e virem a Cristo como pecadores destituídos, de mãos vazias e, do mesmo modo como fez Naamã, eles estarão prontos a virarem as costas com desdém (2 Reis 5:12). A natureza humana é a mesma em todas as eras.


J. C. RYLE

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Gálatas 1:4




"O qual(Jesus Cristo) se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar da presente era má, segundo a vontade de Deus nosso Pai..."

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010



Há dois mil anos, Jesus e seus amigos estavam conversando sobre os rumores da opinião popular. "Quem diz o povo ser o Filho do Homem/" Ele lhes perguntou.
Os discípulos responderam alistando as respostas que frequentemente ouviam. Então, Jesus mudou o enfoque do assunto. Deixando o caráter informativo da conversa e assumindo um tom pessoal. Ele fixou o olhar nos olhos daqueles homens e perguntou. "Mas, vós... quem dizeis que eu sou?"
É fácil responder perguntas sobre o que os outros estão dizendo. Entretanto, há um momento em que nós mesmos devemos enfretar o questionamento de Jesus. Quem é Ele para mim?
A resposta mais comum é que Jesus era um professor notável e virtuoso - um mestre exemplar e um sábio cheio de compaixão. Contudo, C. S. Lewis - o autor britânico que escreveu o livro O Leão, A feiticeira e o Guarda-Roupa - insistia em que tais depreciações fossem desconsiderávedas:
"Eu tento impedir o uso daquela frase tola que as pessoas costumam dizer a respeito dEle: 'Estou pronto a aceitar Jesus como um grande e digno mestre, mas não aceito sua pretensão de ser Deus'. Não devemos dizer isso. Aquele que fosse simplesmente um homem e dissesse o tipo de coisa que Jesus disse não seria um grande e digno mestre. Seria um lunático - igual ao homem louco que afirma ser Napoleão - ou o diabo. É preciso fazer uma escolha. Ou esse Homem era, e continua sendo, o Filho de Deus, ou era um louco ou algo pior. Você pode fazê-lo calar, supondo ser Ele um tolo; pode cuspir nEle e matá-lo, porque O vê como um demônio; ou você pode cair aos pés dEle e chamá-lo de Senhor e Deus. Entretanto, não digamos tolices complacentes como, por exemplo, que Ele era somente humano e um grande mestre. Ele não deu liberdade para tal coisa. Ele não pretendia fazê-lo".

Esta pergunta - quem Ele é para mim? - é a mais importante pergunta que você pode responder.

Introdução do folheto - PARA SUA ALEGRIA - de John Piper

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

E a Batalha???


Talvez, você goste de bons sermões, respeite a Bíblia e a leia ocasionalmente. Você ora pela manhã e à noite.
Faz orações em família e contribui para associações religiosas.
Sou grato a Deus por isso; tudo isso é muito bom.
Mas, como vai a batalha?
Como anda o grande conflito nesse momento?
Você está vencendo o amor ao mundo e o temor do homem?
Está vencendo as paixões, a dureza e a a lascívia do seu próprio coração?
Está resistindo ao diabo e fazendo com que ele fuja de você?
Como anda essa questão?
Ou você domina o pecado e o mundo ou você os serve.
Não existe meio-termo.

J. C. Ryle

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tentações I


Então, assim que as tentações nos assaltarem, que oremos sempre para que Deus faça a luz da sua verdade resplandecer sobre nós, a fim de que, recorrendo a invenções pecaminosas, não nos desviemos e perambulemos por desvios e caminhos proibidos.

João Calvino